quarta-feira, novembro 28, 2007

Palavras abstractas


Apetece-me mentir ao dizer verdades, fazer um puzzle infinito e não me cansar, deitar-me e sonhar com o amanhã.
Este amanhã!... Incerto como um sopro, mas tão real como o Amor.

Apetece-me evitar o inevitável, corrigir o incorrigível, deter o possível.
Este possível!... Certo como um sopro, mas tão difícil como o Amor.

Apetece-me encontrar histórias em mim mesma, ouvir sem me falarem, inventar esboços de acaso.
Este acaso!... Incerto como sopro, mas tão culto como o Amor.


Apetece-me...


Apetece-me ser eu, ser tu, ser eles.
Estes eles. Surreais como Magritte, abstractos como nós mesmos.

4 comentários:

...Ju... disse...

sê como tu quiseres... eu gosto de ti como tu es miuda ;)

Aproveita a tua versatilidade!

*bjinho*

Anónimo disse...

Gosto de ti de qualquer maneira=D

Marco Martins disse...

:) Muito bom post, gostei bastante... acho que acima de tudo deves ser tu própria. É a chave para tanta coisa! Beijo*

pulguita=) disse...

os teus posts sp melhores k bons=) es uma escritora nata...temos d ser nos proprios...e ter akilo k podemos ter apesr d krermos sp mais...=) bjuuu**